Na virada do século, não se trata mais de nos
perguntarmos se devemos ou não introduzir as novas tecnologias da informação e
da comunicação no processo educativo. Já na década de 80, educadores
preocupados com a questão consideraram inevitável que a informática invadisse a
educação e a escola, assim como ela havia atingido toda a sociedade (Monteiro
& Rezende, 1993).
No
advento das novas tecnologias, as informações estão a um click, seja este, com
o celular, o computador, os dispositivos de som e imagem, MP3, entre outros. Hoje, um dos maiores desafios do educador como
profissional é transformar informação em conhecimento, visto que, é
indispensável o uso dessas teconologias para o processo educacional.
Atualmente, professores de várias áreas reagem de
maneira mais radical, reconhecendo que, se a educação e a escola não abrirem
espaço para essas novas linguagens, elas poderão ter seus espaços
definitivamente comprometidos (Kawamura, 1998). No entanto, como
introduzir esse aparato tecnológico em sala de aula? Transformar o ambiente
escolar tradicional, onde as vezes o que se utiliza como recurso impresso é o livro didático, mudar a concepção
educacional desenvolvida em muitas escolas em pleno século XXI ?
Nesse contexto, o professor/orientador tem um
papel fundamental,
tendo em vista que, o domínio dessas tecnologias é de suma importância para
desenvolvimento do processo educacional, projetando novas pràticas pedagógicas
para que o aluno possa interagir com as novas tecnologias, visando extrair a
essência do conhecimento, e consequentemente expor claramente sua visão do
mundo, suas idéias, seu modo de pensar e resolver problemas.
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